Ricardo Campos

Ricardo Ricardo Campos Experiência de dezesseis anos na área de Recursos Humanos especificamente em desenvolvimento e gerenciamento de pessoas, profissional com MBA em Gestão de Pessoas pelo Instituto Anhanguera de Ensino, MBA em Responsabilidade Social Corporativa pela FGV e pós-graduando em Teoria Psicanálise pela UniCeub-DF. Atualmente exerce a função de vice-presidente da ONG IRSBS (Brasilia, SP e Rio de Janeiro), e consultor de Recursos Humanos em empresas do seguimento de terceirização. Professor e palestrante pela Rede Anhanguera de ensino em Recursos Humanos nas áreas de Administração de Pessoal, folha de pagamento e seus encargos sociais, Seleção, Treinamento, Remuneração, Cargos e Salarios e QSMS e ISO 26000.

Fredh Hoss

Alta Performance

FREDH HOSS

Palestrante, Escritor, Comunicólogo, Graduado em Rádio e TV, Teologia, Master Coach. Palestrante Especialista em Alta-Performance; influenciando pessoas, equipes e empresas que ajuda que vençam. Escreve sobre Desenvolvimento Pessoal, Capital Intelectual, Alta-Performance e Casamentos como celebrá-los e fazê-los bem-sucedidos. Saiba mais em: www.fredhhoss.com.br , www.facebook.com/fredhhv7 Telefone – 011-3867-3470 / 9-8088-3971 Email: fredhhoss@fredhhoss.com.br

Resumo do Encontro de Julho

Neste encontro tivemos o privilégio de contar com a presença do Sr. José Montanaro Júnior que, com um "toque" a mais, ou melhor, um "saque viagem" a mais, surpreendeu a todos ao contar como conquistou seu espaço no disputado e elitizado mundo do vôlei na década de 70. Sem querer ser clichê, tampouco romântico sob o ponto de vista da luta dos mais desfavorecidos que chegaram "lá"... Mas a PAIXÃO, assim definida por ele, para superar as barreiras e viver o sonho de uma olimpíada, nos remete a reflexão da nossa carreira. É difícil? Dolorido? Mas a "olimpíada" será nossa vitória. Os Srs. Sidney e Marco, trataram de um tema que importuna a todos os RH's que é "Como reter talentos em tempos de crise?" e mais, lançaram um desafio, para que entre os envolvidos, trocassem idéias e formas de retenção de talentos sem custo ou o mais baixo possível. Para deixar mais didático a quem não pode comparecer, um dos exemplos citados foi o da empresa Sachs que, com a venda de materiais recicláveis a comunidade, pode reverter o valor para própria comunidade, com a doação de materiais escolares gerando assim o comprometimento social, respeito pelo próximo e claro respeito e fidelização à empresa, que se posiciona de maneira estratégica e se mostra preocupada com seu entorno. Sugestões como estas é que farão de nós profissionais melhores... A técnica é fácil, agente "compra" nos cursos e não tenho dúvidas que a maioria domina muito bem a prática, mas a paixão abordada por Montanaro é que faz profissionais prontos para propor melhorias, mudanças e estratégias para que consigamos superar as dificuldades. A participação do SESI e toda sua equipe foi fundamental para que pudéssemos trazer aos nossos participantes essas discussões sobre superar a crise e não perder a motivação. Obrigado a todos

Resumo do Encontro de Agosto

Palestra sobre PPE (programa de proteção ao emprego) e Automotivação Quero agradecer a todos que puderam participar do nosso encontro, em que, numa abordagem muito interessante e totalmente improvisada, já que não estava com o pen drive certo, o Sr. Ricardo, ao qual tenho o privilégio de ser alçado a condição de amigo, revelou o "segredo do sucesso", não apenas o seu sucesso, haja vista que estudamos juntos na faculdade - Anchieta - e hoje assume a posição de vice-presidente de uma ONG em Brasília, mas como nos conduzirmos ou reconduzirmos à trilha dos vencedores!!!
Qual é?
Automotivação... Não é nenhum clichê de livro de auto-ajuda, mas, nas palavras dele - Ricardo Campos - "Não se motivem pelo salário, não façam apenas por necessidade, mas para dar respostas a si próprio e sigam suas metas".
Praticamente uma releitura de Shakespeare, em que seu acervo maravilhoso, nos deixou a obra - Você Aprende - no qual destaco o trecho que contribui com a frase do Ricardo... "Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.  (http://www.crisboog.com.br/texto_de_william_shakespeare.htm - www.youtube.com/watch?v=JS4V5V5ezLI).
Ricardo, é um privilégio tê-lo como parceiro, mentor e principalmente amigo!! Obrigado por ter vindo de Brasilia para nosso evento.
Na segunda parte do evento, tivemos meus amigos Dr. Márcio e a Dra Karina, que de maneira muito solicita aceitaram o desavio de montar uma apresentação sobre um tema polêmico e que deixa margem para muitas dúvidas. Mostrando muita versatilidade e competência, trouxeram dois temas adicionais, LayOff, com direito a comparativo entre o PPE e o LayOff e a lei do CAGED em seu parágrafo 2º.
Drs. agradeço imensamente a disposição e competência, sobretudo por atenderam ao meu pedido tão prontamente.
Com a autorização dos Drs. Márcio e Dra. Karina, disponibilizamos o material apresentado no e-mail dos associados.
Para quem não pode comparecer, posso afirmar que mais uma vez perderam um dia muito enriquecedor, sei que sou suspeito em falar, mas ambas as palestras foram esclarecedoras e motivadoras e, sim Ricardo, vamos seguir a sequencia da dinâmica da dobradura de papel... essa só quem foi entenderá...rs

Dra. Nilza Machado

Dr. Nilza Machado Dra. Nilza Machado Advogada com especialização em Gestão de RH e Transdisciplinariedade em Saúde, Educação e Desenvolvimento Humano. Desenvolvedora de metodologia para a Gestão de RH como: Gestão dos Trabalhadores Afastados com direcionamento para diminuição do FAP. Representante do Grupo Datamace junto aos Ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social na interpretação das mudanças da legislação e das obrigações. Especialista na Legislação Trabalhista, Previdenciária e eSocial. Experiência de 40 anos na área de Recursos Humanos. Atualmente exerce função de Diretoria no Grupo Datamace.

Resumo do Encontro de Setembro

Havia um tempo em que pagávamos salários num envelope ("tá certo? Próóóóximooo"), que preenchíamos guias na maquina de escrever (as crianças de hoje ficam maravilhadas com aquele "troço" tipo um teclado que já imprime enquanto digitamos...rs), pagávamos a GPS no dia 2 de cada mês, que o ponto tinha que ser apontado manualmente, lápis e borracha eram nossos companheiros inseparáveis, que comprávamos os formulários rescisórios em banca de jornais ou bazar (se procurar ainda encontra...rs)... Segurança do trabalho e medicina ocupacional? Não, não... apenas para os grandes. Pois bem, tudo isso é passado, não? definitivamente não estamos ficando velhos, é a tecnologia que avança a passos largos (rs). E agora, como bem definido pela Dr. Nilza, é chegado a hora de uma "nova ERA". Seremos submetidos à adaptação da escrituração da folha de pagamento. Estamos preparados? Acredito ser porta voz da maioria ao afirmar que não, ainda falta muito, não apenas por nós, mas por toda nossa cultura do "jeitinho brasileiro" que é um elemento extremamente relevante nesta equação. Sabemos que as férias, de ontem pra hoje, não é por vontade nossa (RH), que a hora extra acima do limite é força do sistema, entre outras situações corriqueiras que nos deparamos diariamente. Isto tudo terá que mudar. Segundo a Dra. Nilza, com a "nova era digital" tudo deverá ser tal como os legisladores queriam com a consolidação das leis em 9/8/43, mas sempre demos um "jeitinho" daqui ou dali para "driblar" alguns prazos. Enfim, a palestra serviu para nos preocupar, sim, mas sobretudo para que nos preparemos para esquecer as antigas e famigeradas práticas do passado e atuar de maneira diligente com toda empresa e amputarmos o "jeitinho" dos nossos procedimentos. Diligentes... Ser diligente foi o tema da segunda palestra do meu amigo, teólogo e comunicador Fredh Hoss e que de forma brilhante fechou a manhã despertando em nós um pouco de culpa, talvez, por não ter levantado a "bunda da cadeira" (rs), só nossa amiga entendeu bem o sentido de ser diligente e, por tanto, foi contemplada com dois livros escritos por ele... Isso porque fui privilegiado com uma provocação nos bastidores e não percebi...(rsrs) Para deixar nossa manhã ainda mais especial, fomos convidados a participar de que estamos chamando de "Clube da Oratória", um sonho do nosso palestrante e que nos brindará, apenas para nós, membros do Vivat, com aulas gratuitas de oratória (vamos alinhar os detalhes e passo em seguida). E foi assim, nossos encontros tem sido cada vez mais enriquecedor e surpreendente. Um agradecimento especial a equipe do SESI que com muito carinho e técnica mineira 😉 nos receberam de maneira muito afetuosa. Aos palestrantes Dra. Nilza e sua equipe e meu amigo Fredh Hoss obrigado por mais este evento.

A Santa Casa pede a misericórdia da Irmandade

Leia carta inédita de médicos e funcionários da Santa Casa de SP pedindo à Irmandade para destituir gestor Fonte: IstoeDinheiro Mônica Tarantino Repórter de saúde de ISTOÉ. Recebeu diversos prêmios na área e o APCA de literatura na categoria biografia   A grave crise na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo está longe do fim. Depois de ter corrido o risco de fechar suas portas no final do ano passado por causa da falta de materiais hospitalares para prestar atendimento, agora paira sobre a instituição a ameaça de um corte na folha de pagamento que pode atingir até 20% dos funcionários. Na tentativa de ajudar a salvar a instituição – principal hospital filantrópico da América Latina -, médicos e funcionários estão se mobilizando para pedir a destituição do provedor, o advogado Kalil Abdalla, que tirou licença de três meses no final do ano. Entre outros problemas, há auditorias que apontam falhas graves na gestão dos recursos do hospital. Os profissionais estão recolhendo assinaturas dos integrantes da irmandade (escolhidos entre membros da sociedade paulistana e chamados de “irmãos”) para convocar uma assembléia extraordinária pedindo a saída de Abdalla. No momento, há mais de 110 assinaturas. Mas eles precisam de mais. Entre os membros da Irmandade estão o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; o ministro das Cidades Gilberto Kassab; o senador e ex-governador José Serra; o político Paulo Maluf; o jurista Ives Gandra e a atriz Beatriz Segall. Leia, abaixo, a carta dos médicos e funcionários. À IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO PAULO Prezados IRMÃOS, A Santa Casa de São Paulo precisa da ajuda dos senhores. Como é de conhecimento de todos, a instituição passa pela mais grave crise da sua história. Uma crise que a levou ao estado de insolvência, a um passo de intervenção pelos órgãos públicos e – pior do que isso – a uma profunda crise de credibilidade perante os funcionários, as autoridades e a sociedade. Neste momento, o hospital está funcionando parcialmente, tamanhas as dificuldades que enfrenta. Apesar das limitações, continuamos oferecendo segurança e qualidade de atendimento para aqueles que dele necessitam. A história da Santa Casa mistura-se à de São Paulo. São 430 anos de assistência aos mais pobres desta cidade e de papel importante na formação de novos médicos. A instituição foi responsável pela fundação da primeira faculdade de medicina de São Paulo e hoje segue como um dos centros de ensino mais respeitados do País. Permitir seu desaparecimento é aceitar passivamente a extinção daquilo em que acreditamos. Por isso, nós do Movimento Santa Casa Viva – integrado por médicos e funcionários cujo interesse único é a recuperação da instituição – pedimos a vocês que façam sua parte para salvá-la. Estamos lutando pela destituição do provedor licenciado Kalil Abdalla, à frente da Provedoria desde 2008, período no qual a crise só se aprofundou – auditorias realizadas até agora apontam falhas graves na aplicação dos recursos da instituição. Para que isso se efetive é necessária a convocação de uma Assembléia Extraordinária da irmandade. Precisamos que os senhores assinem o documento de convocação da reunião e compareçam ao encontro para ajudar a decidir o futuro da Irmandade e de seus hospitais. Os senhores têm nas mãos o poder de realizar seu maior e mais relevante serviço à população desta cidade. A Santa Casa pede a sua misericórdia. Movimento Santa Casa Viva